16 março 2013

HANDEBOL DE AREIA DO BRASIL DEFENDE HEGEMONIA NAS AMÉRICAS

HANDEBOL DE AREIA DO BRASIL DEFENDE HEGEMONIA NAS AMÉRICAS

A Seleção Brasileira de Handebol de Areia masculina está no Guarujá em São Paulo realizando até o dia 18 preparação para os Jogos Panamericanos de Beach Handball que se realizará na cidade de Mar Del Plata na Argentina de 21 a 24 deste mês.

Em pé: Djhandro, Gusmão, Cleiton, Gulliver, Danilo, Jordan, Diogo, Davi, Pedro, Marcos e Guerra
Agachados: João Paulo, Nailson, Diego, Jadson, Jarison, William, Felipe



Os atletas convocados para esta competição foram observados na Etapa Final do Circuito Brasileiro de Handebol de Areia pelo Técnico Guerra Peixe e Auxiliar Djhandro Ricardo, que aconteceu na cidade de Macaé no último dia 25 de fevereiro.

Esta competição é classificatória para o Wolrd Games em Cali – Colômbia no meio do ano e pelo fato do Brasil já ter vaga por ser o atual campeão mundial esta competição torna-se preparação para a mesma. Assim como também para os Jogos Sulamericanos de Praia na Venezuela em dezembro.

A definição do grupo final que viaja para esta competição sai ainda este final de semana.

Djhandro Ricardo

06 março 2013

Handebol UFC inicia trabalhos para 2013


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Handebol UFC inicia trabalhos para 2013

A equipe feminina de Handebol da UFC retorna as atividades para 2013 nesta terça-feira (05) na quadra do CEU às 18h30. Apesar de a maior parte do grupo não ter interrompido os treinamentos nos meses de dezembro e janeiro devido a participação no CIRCUITO BRASILEIRO DE HANDEBOL DE AREIA outra parte do grupo teve direito a férias.

Handebol UFC - JUB's 2012 - Foz do Iguaçu
Os objetivos para a nova temporada são principalmente a disputa da vaga para representar o estado no JUB's e a participação na LDU que terá sua fase regional já em abril provavelmente no Piauí. As competições estaduais também estão na mira da equipe inclusive do CIRCUITO ESTADUAL DE HANDEBOL DE AREIA.

Prof. Carlos Roosewelt
Como mudanças para 2013 teremos a saída de algumas atletas e a chegada de outras. Estas mudanças podem até representar um momento de transição que deverá ser superado o mais rápido possível. Além das mudanças no elenco teremos a inclusão de assistente técnico para lidar diretamente com as goleiras e assumir funções técnicas específicas, Carlos Roosewelt, técnico que atuou em diversos clubes do estado, retorna ao handebol para contribuir com este trabalho.

Bem, só posso desejar boa sorte as meninas do Handebol UFC neste novo ano e que tenham muito trabalho!!!

Djhandro Ricardo

01 fevereiro 2013

Handebol de Areia tem novo Bloco na Avenida

As meninas do Dragão do Mar Beach Handball entraram na folia para o Circuito Brasileiro de Handebol de Areia

A equipe feminina de handebol de areia do Dragão do Mar Beach Handball entrou na folia para o Circuito Brasileiro de Handebol de Areia, mas não é bem como vocês podem está imaginando. A equipe formada por alunas e ex-alunas da Univerisdade Federal do Ceará entraram na folia para arrecadar recursos para custear a viagem para disputar o qualyfing da competição no próximo dia 26 em Macaé, Rio de Janeiro.




Durante quatro sábados do pré-carnaval da cidade de Fortaleza a equipe montou uma barraca, arregaçou as mangas e entrou na folia de ambulante mesmo, impulsinadas pelo tradicional Bloco das Cachorras as meninas aproveitaram para tirar uma casquinha da alegria e da emoção do pré-carnaval, isso depois de um treininho caprichado de 7h ás 9h.


Meninas, boa sorte e tomara que os laços criados nessas experiências possam representar importante contribuição para tornarmo-nos pessoas sempre melhores. Parabéns!

Isso é Beach Handball!!!

26 novembro 2012

CIRCUITO BRASILEIRO DE HANDEBOL DE AREIA - IV ETAPA

São Miguel do Gostoso / RN um paraíso para os praticantes do Beach Handball

Apresento uma breve síntese do que pude observar na IV Etapa do Circuito Brasileiro de Handebol de Areia / São Miguel do Gostoso – RN
RESULTADO FINAL
MASCULINO
FEMININO
1º HCP (PB)
1º HCP (PB)
2º HANDEBOL FUTURO (RN)
2º HCNN (RN)
3º MACAÉ (RJ)
3º DRAGÃO DO MAR (CE)
4º HCNN (RN)
4º HANDEBOL FUTURO (RN)
5º HCC (RN)


SOBRE AS EQUIPES
Masculino
HCNN-RN – Equipe tradicional do nordeste pois sempre está presente nas competições regionais, muito organizada taticamente e conhecem bastante o jogo. Destaque para o pivô Diego Guimel que fez grande falta na semi-final que o HCNN acabou perdendo, também atua defensivamente e lidera as ações ofensivas.
HANDEBOL FUTURO-RN – Equipe jovem mais com um potencial técnico impressionante, explora bastante a ação dos laterais e adota um jogo menos vertical no ataque. Brigou bastante na primeira fase pela classificação oscilando entre vitórias e derrotas. E derrotou um dos favoritos a final, o HCNN.
HCP –PB – Uma das potencias da modalidade no país, essa equipe chega desfalcada de seus principais nomes, no entanto, pela experiência do grupo e pelo padrão de jogo mais racional certamente era favorita ao título, o que aconteceu, destaque para a renovação do grupo com garotos jovens que até pouco tempo eram promessas como Airton Moreira e Lucas (Foguinho). Gulliver, Erick e Junior garantem o equilíbrio da equipe.
AMHB-MACAÉ –RJ – Apresentou um Beach Handball cadenciado e pensado, mas ainda muito dependente das ações de seus goleiros ofensivos, dividiram-se entre vitórias e derrotas na primeira fase, pois o grupo demorou a encontrar sintonia. Seguiu  para a semi-final com a equipe fortalecida e mais compacta, porem não foi suficiente para bater o campeão HCP.
HCC – Pelo que apresentou na primeira fase em jogos contra HCP e HCNN é uma pena terem ficado de fora da semi-final, uma equipe de energia contagiante e um jogo alegre e estratégico. Destaque para o goleiro Jô Carlos, com grandes defesas e pelo comando da equipe em diversos momentos.
Equipe HCP - Campeão Masculino

Feminino
HANDEBOL FUTURO –RN – equipe jovem, mas que deu prova que pratica o esporte, tecnicamente faz uso dos fundamentos básicos com domínio e explora os giros das laterais como principal solução de ataque. Destaque para a pivô Caroline. Sai da primeira fase sem vitórias, mas mesmo assim fez um bom segundo set na semi-final contra a favorita HCP.
HCNN – Equipe assim como a masculina bem madura no Beach Handball, todas as atletas possuem uma qualidade técnica compatível com as exigências do jogo e buscaram uma vaga na final com maiores pretensões. Não seria uma surpresa.
HCP-PB – Também favoritíssima até pelos resultados que obteve na primeira fase, laterais fortes, bastante movimentação e disciplina tática, além de preocupação com o setor defensivo. O HCP trás na bagagem a experiência de expoente na modalidade e o melhor, fez valer isso dentro da quadra.
DRAGÃO DO MAR –CE – Primeira competição do grupo em Beach Handball, iniciou a competição tímida e ainda com o pensamento na outra modalidade, certamente não saíra de São Miguel do Gostoso como entrou. Apresenta limitação técnicas e táticas que somente a permanência na modalidade poderá solucionar. Apresentou uma grande evolução no primeiro dia de disputa e acredito que também deu bastante trabalho na semi-final.
Equipe HCP - Campeã Feminina

A CIDADE
Local lindo, acolhedor e pacato. Clima de cidadezinho do interior com um toque de modernização que não retira sua simplicidade. As pousadas em preço acessível, presença de restaurantes, bares, banco e supermercados, tudo no entorno da arena facilitou e muito a permanência no local. A internet (local) não foi problema pelo menos para meu grupo, porem as linhas telefônicas locais eram somente VIVO e CLARO. Em resumo gostaria de voltar a São Miguel do Gostoso (RN).
A COMPETIÇÃO
Nível regular da competição com as equipes oscilando muito em termos táticos e técnicos, com exceção da equipe feminina do HCP. A arbitragem foi boa, pois não comprometeu o andamento das partidas nem influenciou no resultado dos jogos (prefiro assim, discretos, como parte do espetáculo e não o espetáculo em si). O Professor Silvio Lago conseguiu um bom andamento nos dois dias e teve estrutura para isso.
ARENA
Funcional. Não deixava nada a desejar e com um pouquinho de capricho ficaria excelente. O clima na cidade contribuiu com a festa e no primeiro dia tivemos dois jogos que aconteceram com ausência de luz (essa parte não foi boa).
MINHA SELEÇÃO DO CAMPEONATO
Masculina
Goleiro - Jô Carlos /  HCC (RN), Goleiro Ofensivo – Leandro / Macaé (RJ), Lateral direito – Foguinho / HCP (PB), Lateral esquerdo – Luiz Carlos /Handebol Futuro(RN), Pivô – Diego Guimel / HCNN (RN) e Defensor – Perdão por não lembrar o nome mas gostei bastante de um jogador do HCC (RN) que atuava na defesa e de pivô, e usava uma “coisa” preta nos braços.
Feminino
Goleira – Aline / HCP (PB), Goleiro ofensivo – Ana Flávia / HCP (PB), Lateral direita – Gilca / HCP (PB), Lateral esquerda – Adelivânia / HCNN (RN), Defensor – Belinha / HCP (PB), Pivô – Carolina / Handebol futuro (RN).

Gostaria que soubessem que levei em consideração a importância da participação destes atletas no rendimento do grupo, ciente é claro que muitos outros atletas magníficos estão fora desta relação.

Finalmente, parabéns a Prefeitura de São Miguel do Gostoso na pessoa de seu Prefeito Miguel, parabéns aos professores Flávio Tinoco, Fúlvio, Roberto e Rui pelo apoio e constante diálogo e trocas. Felicitações ainda ao Professor Silvio Lago pela condução desses dois dias de competição, aos atletas e presentes que abrilhantaram a festa. Nos vemos em Macaé!!!

19 julho 2012

Beach Handball: Campeões da Olimpíadas de Apuiarés

XXIX Olimpíadas de Apuiarés - 2012
Na última quarta-feira estive presente na 29ª Olimpíadas de Apuiares, competição que integra municipios do interior do Ceará e que desde 2010 inclui em seu programa de modalidades o Beach Handball, a modalidade segundo técnicos e atletas caiu no gosto da galera e hoje se apresenta como uma das mais esperadas, superando inclusive o handebol, pelo fato principal de no Beach Handball o nível técnico e tático das equipes se equiparar.
Privilégios de campeões mundiais - 1º jogo
O que pude acompanhar na realidade foi uma estrutura que apesar de básica não impossibilitou em nenhum aspecto a realização dos jogos. E diferentemente do que possam imaginar tivemos giros, aéreas, enfim, um espetáculo, inclusive das meninas. Não posso deixar de frisar que me senti orgulhoso de confirmar o que sempre soube, o Beach Handball assim como o Handebol é feito por apaixonados, nessa oportunidade não poderia deixar de citar pessoas que s apropriam destes eventos (momentos) como se fossem próprios, não de maneira negativa, mas depositando seu apreço, dedicação e zelo.
Então um grande abraço para as equipes participantes Pentecostes, Paracuru, General Sampaio e a anfitriã, Apuiarés, aos arbitros Ayslan e Pinha (árbitros de Beach Handball), ao Professor José Fernando e seus atletas/amigos, ao Professores Rogério Nunues e Dyeison Ricardo, além do Professor Jorgenaldo e a todos que me compremetaram pela conquista do Mundial de Oman 2012, e foram muitos (a família está aumentando), saibam que pelo intusiasmo de vocês continuaremos vencendo.
Pentecoste - Campeãs
O resultado da competição foi o seguinte:

Femenino
Campeão: Pentecoste
Vice-Campeão: General Sampaio
3º Colocado: Paracuru

Masculino
Campeão: Pentecoste
Vice-Campeão: General Sampaio
Pentecoste -Campeões
Mais uma vez parabéns à todos e vamos esperar um segundo semestre com bastante Beach Handball, que assim como em 2012 a Olímpiada de Apuairés possa continuar a contribuir com a popularização de nosso  esporte nos próximos anos, e como não poderia deixar de ser um agradecimento ao Município de Apuiarés pela realização do evento em especial ao organizador do evento Sr. Daniel Rodrigues. Muita saúde a todos e Fiquem com Deus!

06 maio 2012

Entrevista cedida ao site Mundo do Handebol


Entrevista cedida ao site Mundo do Handebol
Postagem original click Aqui: Mundo do Handebol - MdH
Entrevista com Djhandro Ricardo
O MDH foi até o estado do Ceará entrevista o auxiliar técnico da Seleção Brasileira de Handebol Djhandro Ricardo para saber como o ex-capitão da seleção esta se adaptando nesta nova função
O MDH foi até o estado do Ceará entrevista o auxiliar técnico da Seleção Brasileira de Handebol Djhandro Ricardo para saber como o ex-capitão da seleção esta se adaptando nesta nova função, já sendo campeão Pan-americano em sua primeira competição compondo a comissão técnica.
Mundo do Handebol- Djhandro, conte para nossos leitores um pouco da sua trajetória no handebol, tanto na quadra como na areia, como tudo começou?
Djhandro Ricardo – Iniciei no Handebol aos 11 anos de idade, no bairro onde morava na cidade de Maracanaú. Um dos momentos fundamentais para minha permanência na modalidade passou pelo fato de ter encontrado um treinador que me disse as seguintes palavras: “Meu filho vá para casa, isso aqui não é pra você!”, fui persistente e determinado e à custa de muito trabalho consegui convocações para seleções cadetes e juvenis. Morei dois anos no Rio de Janeiro jogando handebol, com passagem pelo Vasco e UNIVERSO, participei de uma Liga Nacional, e construi neste período uma parte importante de minha vida pessoal e esportiva. Retornei para o Ceará em 2005 e retomei meus estudos, trabalho e faculdade tomavam a maior parte do meu tempo até conhecer o Beach Handball em 2006, paixão a primeira vista. Fiz parte acredito de uma das mais belas histórias do handebol brasileiro ao lado de um grupo fabuloso, o Campeonato Mundial de 2006 no Rio de Janeiro me apresentou um esporte que eu não conhecia, me trouxe experiências enriquecedoras relacionadas a diversos aspectos de minha vida pessoal e me reaproximou da modalidade (handebol) num momento de muitas dúvidas e definições em relação a futuro. Sou muito grato a tudo isso!
MDH - Todos os atletas têm seus ídolos no início de carreira e companheiros de time e/ou seleções que cresce junto com eles até se transformarem ou não em ídolos. Conte aos leitores do MDH um pouco dos seus dentro e fora das quadras.
DR- Dentro da quadra nunca abandonei o Ceará, lembro sempre de muitas figuras que me serviram de referência na modalidade, dentre eles Jefte, que amadureceu na modalidade bem antes de eu começar a jogar, Malveira, Ilo Quevedo, Alexandre, Vivi, lembro-me deles, pois não representavam somente atletas, eram e são pessoas que viviam e se divertiam com a modalidade e tocavam suas vidas de maneira responsável. Também tive muitos técnicos como Itamar Júnior, Ilo Quevedo, Aricleiton, Carlos Roosewelt, Iberê Caldas, Alex Dourado, e uma pessoa que devo eternos agradecimentos chamado, Roberto Gomes (Negão). Todos são ídolos, acredito mesmo nisso, cresci assistindo SB, Lúcio Mauro, Xexa, Helinho, Macarrão, e muitos outros em um tempo onde o vídeo cassete era ferramenta indispensável aos amantes do handebol. Hoje possuo novos ídolos, esses com a tietagem controlada para não interferir nas decisões que virão, mas aprendi a admirar Bruno Carlos, Gil Vicente, Cyrillo Avelino, Guerra Peixe, e outros, pelo que fazem e o que ainda pretendem fazer pelo esporte do Brasil.
MDH- Muito importante para nossos futuros atletas de handebol saberem de você que já tem como atleta e agora, como técnico, saber como foi sua trajetória desde a escola até a universidade? Fácil, difícil? O quanto é importante para sua vida “paralela” as quadras, a formação acadêmica?
DR- Sempre me perguntei como seria minha vida quando eu parasse de jogar, isso realmente me incomodava, vive e conheci pessoas e lugares, realidades muitas vezes diferentes da minha e me perguntava quanto tempo isso iria durar. Descobri que se seguisse numa vida acadêmica minha vida útil dentro da modalidade seria alongada e percebi também que caso tomasse essa decisão teria que estabelecer prioridades. Durante bastante tempo dividi meu tempo entre os treinos e a faculdade. Nunca abandonei nenhum dos dois. Diferentemente de umas poucas localidades do país não se consegui viver somente jogando handebol no Ceará, o tempo passa a idade trás novas responsabilidades, os planos mudam e a gente se adéqua. Hoje tenho uma profissão, sou realizado no que faço e pretendo alçar vôos mais altos, e só precisei estabelecer prioridades e tomar a decisão.
MDH- No seu estado (Ceará), assim como acontece em grande parte dos estados brasileiros, atualmente não existem equipes disputando campeonatos nacionais (Liga nacional indoor e Campeonato Brasileiro de handebol de areia) mesmo tendo bons atletas cedidos a outras equipes participantes nestes campeonatos. O que falta para o Ceará “decolar”?
DR- Todos os estados possuem particularidades em relação a como é conduzida a modalidade internamente, em relação a quadra a modalidade continua produzindo, os problemas são de ordem estrutural, de gestão, sabemos que precisamos de uma imagem renovada da modalidade, precisamos de credibilidade e idéias novas, durante algum tempo tivemos a LIGA CEARENSE que contribuiu bastante para que esse pensamento permanecesse vivo, e agora temos a FEDERAÇÃO DE HANDEBOL DO ESTADO DO CEARÁ, fundada recentemente e que de uma maneira mais participativa pretende emplacar nossas pretensões. Neste momento é preciso estar dispostos a ajudar. No handebol de areia possuímos potencial para voltar ao cenário nacional com propriedade, mas de nada significaria se não estivéssemos também estruturados em nosso estado. Em primeira análise todos estão dispostos a ajudar, porem poucos na realidade estão disponíveis para contribuir de alguma forma. Durante muito tempo foi assim. Esses anos estão decididos a tomar a frente deste projeto, não é a primeira tentativa, no entanto, agora não preciso dividir meu tempo entre atleta e organizador, essa confusão pode ser simples para uns para mim não se mostrou tão simples assim.
MDH- As competições escolares regionais (olimpíadas escolares e olimpíadas universitárias) hoje em dia, são as únicas competições que temos todos os estados participando em uma competição a nível nacional. Isso prova que temos sim, praticantes em todos os estados do Brasil, que ajudaria e muito a reforçar clubes na montagem de equipes para disputar campeonatos nacionais. Em sua opinião que falta no aspecto de organização para os estados que não estão participando de campeonatos nacionais da confederação venham a participar?
DR- Primeiramente devemos discutir com quem organiza as competições formas de tornar essas competições mais interessantes e mais viáveis para quem participa. Falo de atletas, técnicos, dirigentes, patrocinadores, e outros, isso tudo passa desde uma maior valorização do atleta como personagem principal do espetáculo, até a exposição massiva dos colaboradores. O que se ganha participando destes campeonatos? Quem ganha? Todos saem ganhando? Precisamos responder estas e outras indagações juntos.
MDH- Você é um dos grandes nomes na história do handebol de areia, porém também nas quadras é importantíssimo como representante do Ceará no cenário nacional. O não conhecimento dos atletas mais novos sobre a história que você e outros atletas (por exemplo, Darlene Soares e Nailson Amaral) construíram se mais divulgados pela mídia fossem, poderiam aumentar e estimular a prática do handebol de areia no seu Estado?
DR- Certamente, valorizo muito esse aspecto pelo fato de achar que nunca somos suficientes, nada se constrói no vácuo, somos fruto de tudo que vivemos e isso passa pela obra de outros que vieram antes de nós. Recentemente fui convidado para ser padrinho dos atletas do PROJETO CEARÁ NOSSO HANDEBOL, que tem a direção do professor Kley Mark, segundo ele minha vivência dentro da modalidade pode influenciar outros jovens a trilhar caminhos de sucesso. Fiquei feliz com o convite e ao mesmo tempo em que assumi essa responsabilidade vislumbrei a necessidade de apresentar-me para eles como uma pequena página de uma história bem maior, e mais rica, onde eles também são personagens.
MDH- A sua lesão lhe forçou a se afastar da seleção brasileira, apesar da sua luta e de toda comissão para recuperá-lo e continuar servindo a seleção brasileira, mas infelizmente não foi possível. Quando você sentiu que a lesão poderia afastá-lo, o que passou pela sua cabeça?
DR- Ninguém deseja uma lesão, quando percebi que essa lesão poderia me afastar, comuniquei a comissão técnica e ela me afastou, os atletas precisam compreender que na seleção precisamos dos melhores atletas em perfeita condição. Quem conhece a carga de exigência que um atleta de handebol de areia suporta durante uma fase de treinamento não pode conceber todo esse trabalho correr o risco de ser desperdiçado por uma vaidade, por exemplo. Ou seja, gostaria muito de está lá, mas existiam outros em melhores condições naquele momento. Na verdade durante meu período lesionado nunca deixei de ser atleta da seleção, tenho um pensamento muito bem formado em relação a isso, das vezes que solicitei dispensa ou fui cortado, sempre encarei como mais uma oportunidade de voltar melhor e mais preparado, por esta razão torci pelos meus companheiros em dois jogos sul americanos de praia e um mundial. O convite para compor a comissão técnica é que mudou meus planos, caso não tivesse acontecido me veriam em muitos brasileiros e certamente brigaria em outras seletivas para retornar ao grupo. Apesar de ter consciência que o perfil de atleta de nossa seleção é cada vez mais exigente.
 MDH- Como surgiu o convite para assumir o cargo de auxiliar técnico da seleção brasileira?
DR- Os atletas da seleção naturalmente me reconheceram como um líder, e sempre procurei ser um, despertar para um potencial de liderança pode ser considerada uma vitória, quando se viveu uma adolescência tímida e retraída, me considero um vencedor. Isso aliado a minha inquieta curiosidade e vontade de contribuir deve ter chamado a atenção dos diretores e de repente acharam que ainda posso colaborar de alguma forma com essa seleção, agora fora das quatro linhas. Agradeço muito pela oportunidade e estou tentando corresponder da melhor forma.
MDH- Qual foi a sensação de conquistar seu primeiro título (como comissão técnica) pela seleção brasileira?
DR- Sensacional, descobri que tenho muito que aprender, e descobri também que não posso mais entrar na quadra para tirar aquela bola. É um aprendizado constante onde devo passa por uma mudança de atitude, comportamento, lidando de forma mais sensata com as relações, mas algo que não pretendo abandonar é o perfil guerreiro e alegre que me colocasse onde estou hoje.
MDH- Além de componente da comissão técnica da seleção brasileira, você que é Professor de Ed.Física por formação já é atuante na área, pode nos contar um pouco deste seu lado Profissional ?
DR- Posso sim, como atleta sempre fui vibrador, gosto de treinar (acredito no treinamento), tenho o pensamento de que o atleta deve caminhar para um ser autônomo, participativo, capaz de tomar por conta própria as decisões certas, consciente de sua responsabilidade social... Enfim, não vejo meus alunos com metas diferentes, e sei que isso é conseguido a custa de muito trabalho não me considera acomodado e luto para ver a educação física equiparada a outras profissões, nunca como sub-profissão, e começo essa mudança dentro da minha escola, na universidade onde atuo como técnico de handebol, e assumo essa postura no meu dia-dia.
MDH- Quais seus planos para o futuro?
DR-. Na seleção pretendo me firmar junto à comissão técnica. Teremos mais um mundial para conquistar e os planos são direcionados para este objetivo maior. Acredito que no próximo campeonato brasileiro de handebol de areia já participarei na condição de técnico, com equipes do Ceará. Minha universidade (UFC) terá compromissos importantes este ano, como as etapas finais JUB’s e da LDU. Estamos trabalhando para obtermos sucesso. Será um ano grandioso para o handebol brasileiro com certeza e espero dar minha contribuição, seja dentro da quadra ou fora dela, sim, dentro da quadra por que agora sou padrinho de mais de 50 crianças do PROJETO CEARÁ NOSSO HANDEBOL, a maior parte delas nunca me viu jogar, ainda tenho 30 anos e refleti bastante sobre esta situação, apesar de ser somente aqui no estado, ainda é cedo pra encerrar a carreira.
MDH- Djhandro nós do MDH queremos te agradecer a entrevista, nesta luta de construção do registro da história do handebol e handebol de areia, desejamos toda sorte do mundo no mundial de Omã, e que você junto com todos da seleção brasileira tragam mais este título pra nosso país, e que você continue nesta luta pelo engrandecimento do handebol brasileiro, Queríamos te pedir para que deixasse uma última mensagem a todos nós amantes incondicionais desta querida modalidade:
DR- Pois bem, uma última mensagem... Cara... Desejamos sempre fazer parte dos melhores momentos do handebol do Brasil, quem compartilha desta idéia não pode abrir mão de ser cúmplice de suas falhas e derrotas, seria um egoísmo. Espero que minhas palavras tenham atingido o objetivo esperado, espero ter contribuído com minhas vivências com a melhoria do pensamento em relação ao handebol, o handebol de areia e permaneço a disposição para continuar fazendo que esse esporte transforme e construa vidas, assim como fez comigo. Obrigado!


16 fevereiro 2012

PANAMERICANO DE BEACH HANDBALL - URUGUAY 2012

BRASIL VIAJA PARA O URUGUAY PELA HEGEMONIA NO CONTINENTE

As Seleções Brasileiras de Beach Handball encontram-se na cidade do Guarujá - São Paulo concentradas para a fase de treinamento com vistas ao Pan-Americano da modalidade. Tal competição é importante pois garante vaga para o Mundial provavelmente no Marrocos no meio do ano, para o masculino está em jogo a confirmação de sua hegemonia já que o Brasil já possui vaga por ser o atual campeão. O feminino disputará com Argentina, Uruguay, Paraguay e Estados Unidos a tão almejada vaga.

As comissões técnicas das duas equipes terão a dura missão de selecionar 10 atletas dos 16 convocados Relação de Convocados para a fase de treinamento. Todos os atletas convocados forão observados durante a fase final do Circuito Nacional de Beach Handball que aconteceu em janeiro também no Guarujá.
as seleções embarcam para Montevidéo no dia 29 deste mês e a competição correrá dos dias 1 a 4 de março.

Boa Sorte Brasil!!!


Profº Djhandro Ricardo

08 fevereiro 2012

Pan-Americano de Beach Handball - CONVOCAÇÃO

A diretoria de Beach Handball da Confederação Brasileira de Handebol - CBHb divulgou hoje a lista de convocados para representar o Brasil no Pan-Americano da modalidade que se realizará de 1 a 4 de março em Montevidéo - Uruguai.
Os atletas convocados foram observados durante a realização das finais do Circuito Brasileiro de Beach Handball na cidade do Guarujá, no último final de semana.
Os atletas convocados são:


Masculino
Feminino
JARISON RIBEIRO (HCP)
CAIO SANTOS (HCP)
JADSON JUNIOR (HCP)
WELLINGTON NOVAES (HCP)
NAILSON AMARAL (HCP)
BRUNO CARLOS (GRÊMIO CIEF)
LUCAS HENRIQUE (GRÊMIO CIEF)
MARCUS VINICIUS (RIO HANDBEACH)
THIAGO GUSMÃO (RIO HANDBEACH)
DAVID SARMENTO (RIO HANDBEACH)
JAYME TORRES (RIO HANDBEACH)
RENAN TRENTIN (ULBRA)
DANILO ANDRADE (GUARUJÁ)
THIAGO DE OLIVEIRA (UNIHAND BEACH)
ANDERSON JESUS (MONGAGUÁ)
DIOGO SILVA VIEIRA (ARENA)
NATHALIE SENNA (APCEF)
MILLENA ALENCAR (APCEF)
DARLENE SILVA (APCEF)
PRISCILLA ANNES (APCEF)
SIMONE DONATA (APCEF)
MILLENA BRAGA (APCEF)
CINTHYA PIQUET (APCEF).
CAMILA AMOS (APCEF)
PATRICIA SCHEPPA (CAMPINAS 360º)
NOÉLIA NUMES (CAMPINAS 360º)
JERUSA DIAS (Z5 HANDEBOL)
NATÁLIA VOSS (Z5 HANDEBOL)
EMANUELLE SIQUEIRA (Z5 HANDEBOL)
SOLANGE SANTOS (UNIHAND BEACH)
RENATA BISPO (IDEC)
RENATA SANTIAGO (RIO HANDBEACH)


O Campeonato Pan-Americano de Beach Handball garante vaga para o Mundial da modalidade em junho. A seleção masculina por ser a atual campeã já possui vaga para o mundial, no entanto a feminina ainda precisa de resultados positivos na competição para se garantir. A seleção deve se reunir ainda na semana que vem para iniciar os treinamentos que define os 10 de cada naipe.
Não temos dúvidas de que nossos atletas e comissões técnicas farão o melhor para no representar em mais esta competição. Parabéns a todos os convocados!!!

Grande Abraço a todos!!!

Djhandro Ricardo

Visite também: http://www.beachhandballbrasil.com.br/
                       http://guerra-peixe.blogspot.com/

07 fevereiro 2012

GRÊMIO CIEF - CAMPEÃO BRASILEIRO 2011

No último domingo(5) a equipe paraibana do Grêmio CIEF sagrou-se campeã brasileira de Beach Handball, nas areias do Guarujá em São Paulo. A competição aconteceu de 2 a 5 de fevereiro e contou com a participação de 10 equipes de 4 estados do país, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraíba e Rio Grande do Sul.


Mumu(RN), Baldacin(SC), Gil(PB), Djhandro(CE), Vinicíus(PB), Bruninho(PB)
Lucas(PB), Diógenes(PB), Bob(PB) e Téc. Aldivan(PB).

As equipes classificadas para a fase final foram campeãs em suas respectivas regiões e outras passaram por um qualifying dias antes da final para assegurar participação. No total foram 5 etapas nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

O Grêmio CIEF venceu as 7 partidas que disputou na competição e perdeu 3 sets durante sua trajetória. Na final enfrentou a fortíssima equipe do HCP, também da Paraíba, por 2 sets a 1.


IDEC - Campeã Brasileira Beach Handball 2011/2012

No feminino, a equipe campeã foi o IDEC do Rio de Janeiro, depois de duas finais sem sucesso desta vez a equipe resolveu não voltar para casa sem o título e venceu o APCEF - PB por 2 sets a 1.

Parabéns a todos os atletas participantes do CIRCUITO BRASILEIRO D BEACH HANDBALL 2011/2012, um excelente ano esportivo a todos e nos vemos em breve!!!

01 dezembro 2011

II JOGOS SULAMERICANOS DE PRAIA - MANTA / EQUADOR

Beach Handball do Brasil vai em busca do Bi-Campeonato

A delegação encontra-se em Manta no Equador para a disputa do II Jogos Sulamericanos de Praia, competição que reuni ainda o Rugby, Voleibol, Surf, Triatlon, Natação, Esqui Naútico, Vela, e Beach Soccer. A delegação brasileira tenta mais uma vez conquistar a vitória no quadra de medalhas, a delegação que tem como chefe a experiente campeã olímpica Adriana Behar chega a Manta com 90 atletas.



O Beach Handball que encantou o COB na última edição do evento chega com a missão de desbancar no masculino, Argentina e Uruguai, e no feminino, a sempre preparada equipe do Uruguai.

O torneio feminino terá a participação de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Equador, Colombia, e Venezuela, enquanto o masculino conta com os mesmos países mais o Peru.

Os atletas definidos para esta competição:


No feminino: Jerusa Dias - Z5 Handebol de Areia/RJ, Millena Alencar - APCEF/PB, Roberta Guimarães - IDEC/RJ, Camila Ramos - APCEF/PB, Renata Cubana - IDEC/RJ, Millena Araújo - APCEF/PB, Patrícia Sheppa - Campinas/SP, Gilka Batista - HCP/PB, Nathalie Sena - APCEF/PB, Noélia Nunes - Campinas/SP e Darlene Soares - APCEF/PB



No masculino: Jefte Saraiva - HCP/PB, Cyrillo Avelino - Rio Handbeach/RJ, Jarison Pereira - HCP/PB, Diogo Silva (Vareta) - Arena Beach Handball/RJ, Nailson Amaral - HCP/PB, Anderson Pereira (Pezão) - Prefeitura de Mongaguá/SP, Wellington Esteves (Gulliver) - HCP/PB, Bruno Carlos (Bruninho) - Grêmio CIEF/PB, Thiago Gusmão - Rio Handbeach/RJ, Jadson Júnior - HCP/PB.


Boa sorte!!!

29 novembro 2011

UFC rumo à Divisão Especial JUB's 2012

Handebol da UFC é Campeão da 2º Divisão das Olímpiadas Universitárias Brasileiras

No último dia 13 de novembro a equipe de handebol feminino da Universidade Federal do Ceará sagrou-se campeã da 2º Divisão das Olímpiadas Universitárias Brasileiras, em Campinas, São Paulo. A final da competição foi contra a Universidade Federal de Uberlândia - UFU em um jogo equlibrado e emocionante, onde o resultado foi UFC 22 x 16 UFU. Na competição ainda tiveram pela frente as equipes de UFMS - Mato Grosso do Sul, UEPI - Universidade Estadual do Piauí, UFTO - Universidade Federal de Tocantins.


Handebol UFC Campeão 2011 - JUB's Campinas/São Paulo

Com este feito as atletas da UFC garantem o estado na 1º Divisão da modalidade no ano que vem e consolidam um ano de muito trabalho e esforço para provar que com dedicação e organização podemos atingir grandes metas no esporte universitário, principalmente em instituições públicas no Ceará.
Deixo felicitações a todas as ateltas que participaram desta conquista e agradecimentos ao Departamento de Desporto Universitário - DDU/UFC, principalmente aos professores Clovandir, Wildner e Ricardo.